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Coisas Boas de Contar

"ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias." Anne Frank

Coisas Boas de Contar

"ao escrever sei esclarecer tudo, os meus pensamentos, os meus ideais, as minhas fantasias." Anne Frank

Sex | 17.05.19

Vamos Mudar de ESCRITÓRIO - pela miúda nova cá do Sítio

Contei

Pois é, ainda agora assentei as minhas nádegas nesta cadeira e neste espaço e já estou de saída!!! Caso para dizer que mal tive tempo para conhecer os cantos a este escritório mal amanhado (é uma casa na baixa Lisboeta, transformado numa espécie de Open Space... Fechado (eu estou numa salinha porque trato de documentação legal e... já não havia espaço na Sala "OVAL"). A verdade é que ainda ontem recebemos o e-mail e já está tudo empacotado, com o pessoal, a ser recambiado para um novo local (nem a Rua Augusta visitei na integra... só agora começava a analisar a oferta de comida, vestimentas e outros serviços).

 

Vamos esclarecer: Troquei de trabalho recentemente. Infelizmente as multinacionais têm coisas fantásticas no que respeita a regalias, mas em relação a aumentos salariais... quem manda é a casa mãe! Não há diretor, chefe, colega, ou seja, quem for (que mesmo que diga que a pessoa é digna de aumento) faça mover o barquinho (bem... ás vezes... não querem... shiuuuu). Para além do mais, há sempre recém-licenciados ou miúdos com menos despesas e responsabilidades para aceitar o cargo pelo mesmo valor (ou mais baixo) sem grandes reclamações! Custou-me! Claro que me custou! Mas outros valores se levantam (nomeadamente uma criança) e não há banco ou entidade que aceite os pagamentos mensais com "olhe, este mês vou-lhe pagar com qualidade de vida... tempo... Não? Posso trazer o pequeno almoço que a empresa oferece? Também não?". Era bom não era? Acabei por aceitar ir para uma empresa mais pequenina (muito maiiiiiiiiis pequenina) ... com um ordenado melhor fazer algo que também gosto - Recursos Humanos (falaremos dos dramas iniciais em outra altura da vida - período de adaptação, mentalidade, gestão da informação...).

 

Acontece que é preciso racionalizar custos e possivelmente terá sido o principal motivo para esta troca de instalações (quanto custará uma renda aqui?). Já ouvi falar em 200€ por dia... façam as contas ao final do mês.... De qualquer forma deixamos a nossa "casinha desordeira", semi arranjada e muito desarrumada (o caos da minha vida - nem nos meus piores dias a minha casa está assim) para irmos para um complexo empresarial com várias empresas. Tem kitchenette, café, espaço de lazer, segurança, cartões pirosos de entrada e outras mordomias... daquelas que vai apetecer ir para o trabalho mas não vai apetecer trabalhar .

 

Esperemos que o meu rabo, pelo menos, ache as cadeiras mais confortáveis!!!

 

Qui | 16.05.19

Dos DRAMAS conjugais à RUPTURA efectiva - Como Escapamos?

Contei

Que título, não é? Nunca achei que seria pessoa de, efetivamente, ter de ponderar o casamento (embora saiba que o amor, ao contrário do que apregoamos, não é eterno e, que a vida, em conjunto, tem altos e baixos sendo a felicidade eterna uma utopia) contudo como é que saímos, não de um baixo conjugal, mas daquilo a que chamo fossa?

 

Coloquei a música mais lamechas que poderia ter a tocar no meu spotify. Sim... é aquele momento em que me apetece chorar. Tenho um acumular de sentimentos guardados em mim. Tranquei esta porta durante algum tempo, mas necessito, urgentemente, de a abrir... de a partilhar...

 

Quando casei já namorava há alguns anos. Foi uma decisão ponderada, mas levada a cabo, na mesma, com algum receio, pelos motivos que já mencionei acima... e se um dia deixássemos de sentir? E se um dia o objetivo que traçamos em comum deixasse de fazer sentido ou desaparecesse? Claro que, como humanos que somos, necessitamos de estabilidade... de fazer planos, de pensar mais além... até porque nesta vida nada é certo... e se tivermos medo de tudo... não fazemos nada! Sou uma eterna apaixonada, mas devo dizer que o conceito de "para sempre" é assustador quando a literatura em pouco apoia coisas "eternas". Contudo, durante esse tempo, sempre fomos, da nossa forma, felizes e nos completamos. Havia cedências em prol da outra parte, como é normal, mas não as considerava sacrifícios. "Sacrifício" é a palavra que não deveria existir num casamento. Tudo o que abdicamos, em nome do outro, é para fazer feliz uma parte de nós... e se amamos, a felicidade, da outra parte, com mais ou menos "renuncias" é a nossa... logo... é felicidade de outra forma...

 

Estou casada vai fazer outros tantos anos. E hoje dou comigo a pensar... onde está o sentimento? Onde está o objetivo comum? Como é que perdemos o rumo sem nos apercebermos mais cedo? Como falhamos neste tema? O que aconteceu ao nosso companheirismo, amizade, intimidade...? O que aconteceu aos momentos a dois? É uma derrota conjunta e pessoal... vejo a vida a dois a desfazer-se... terá sido o filho a prova de fogo que uma das partes não conseguiu superar? E agora? Como se rebusca algo que achamos impossível de reencontrar?

 

Será que este é um pensamento demasiado feminino? As mulheres sentem... viram a mesa quando estão frustradas... e quando deixam de sentir fecham a porta! Será que os homens pensam assim? Será que pelos filhos, pela estabilidade, pela sociedade ou outro motivo acabam por tentar virar o jogo? E se não conseguem? Ficam nele? Porquê? Por uma questão do conceito de família? Pela sociedade? Pelas aparências? Ou batem com a porta também?

 

Alguém a passar o mesmo? Ou que já tenha passado... conseguiram recuperar? E se sim como? E se não porquê?

 

Nota: parece uma redação dos desenhos animados que davam na televisão... "A idade dos porquês"... acho que só cheguei a ela agora...

 

Qua | 15.05.19

Ainda na Cozinha - Novo CHEF lá de Casa - JAMIE OLIVER

Contei

Como partilhei, sou fã de cozinha. Irónico porque durante anos não toquei, praticamente, numa frigideira para estelar um ovo (em azeite, manteiga ou óleo - como preferirem).

 

Passo a explicar:

Até me casar vivi sempre com os meus pais. A minha mãe sempre teve uma mão de fada para a cozinha. Não sei se por ter começado a cozinhar, desde cedo, para uma grande família, se por ser uma mulher do Norte (ou talvez não) se simplesmente por gosto ou dedicação à família (o jantar, principalmente, sempre representou aquele momento de lazer, onde podíamos disfrutar, um pouco, da companhia uns dos outros. Por outro lado, os lanches ajantarados e os almoços domingueiros serviam para uma reunião com os restantes irmãos dela e por consequência primos e afins...). A verdade é que deixava sempre a minha marmita pronta para ir ao microondas. Mesmo quando comecei a faltar, aos nossos jantares, por motivos profissionais, quando chegava, a mesa estava preparada e o jantar pronto a aquecer.

 

Embora, em alguns momentos, ela me tenha puxado para a cozinha, o comodismo e a falta de necessidade sempre me levaram a dizer que aprenderia com o tempo e que haveria de me desenvencilhar. Estas palavras faziam-lhe confusão! Dizia muitas vezes que ia passar muitos dias a torradas e leite e que possivelmente seria uma péssima cozinheira! Bem, afinal as mães não têm sempre razão. Não que uma torrada e leite não sejam aconchegantes, para dias em que chegamos a más horas, mas acabei por me revelar uma boa cozinheira (entre telefonemas para ela, pesquisas na internet, livros, programas de culinária e também alguma curiosidade).

 

Lá em casa:

Sempre tive estipulado o conceito de intercalar proteínas e de fazer uma ementa semanal. Desta forma pratos mais simples e rápidos durante a semana (por uma questão de gestão de tempo) e mais complexos e aconchegantes ao fim de semana (principalmente no inverno). Para além do mais, uma ementa permite ter as compras mais racionadas e comer alimentos mais frescos (há coisas que compro apenas no dia, até porque o conceito de compras mensais, com a atual oferta e quantidade de promoções, é apenas uma sobrecarga para o frigorifico/congelador).

 

Com a aquisição do livro do Jamie Oliver, para além do habitual planeamento, tenho feito uma gestão entre os pratos novos (que todos possam comer) bem como os tradicionais e devo dizer que são rápidos e práticos. Têm feito sucesso em casa.

 

Como os meus dotes, não são os mais aprumados no que toca a fotografias, muito menos de refeições (admiro muito quem consegue tirar fotografias magnificas de comida e transformar aquele vislumbre quase numa degustação visual - talheres dispostos de certa forma ou o copo com sumo natural, a toalha branca por cima da mesa e os pratos da coleção de jantar, a planta de lado e as saladas coloridas a dar o ar de sua graça) vou deixar algumas imagens das refeições, preferidas, que já confecionamos... com o meu não toque de fotógrafa (gostaria de vos dar os nomes das receitas mas não me recordo ).

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Nota: Pensavam que só se cozinhava alheiras, não?!

Seg | 13.05.19

A Arte de bem cozinhar uma Alheira - Por uma Nortenha em Choque!

Contei

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Cada vez que falam em alheira frita, com batata frita e ovo estrelado, tenho comichão por todo o corpo!!! A verdade é que nunca a comi assim (graças a Deus, pois deve ser uma bomba, de calorias deliciosas (acredito nisso), daquelas de acrescentar duplo queixo, mas às nádegas,)!!! Contudo, como nortenha, que sou, colada a Mirandela, famosa exactamente pelo produto em questão, devo dizer que: as alheiras NÃO se comem assim!!!

 

Eu sei que a frase, acima, poderá ter chocado vários fãs de alheira, contudo uma alheira transmontana (choque número 2) é grelhada!!! Nunca Frita!!! Picamos com uma agulha (para não rebentar) e toca de colocar na grelha (até porque sabemos o que levam... e alheira frita é um atentado à saúde!). Depois acompanhamos com feijão e couves cozidas ou salteadas em azeite e alho (choque número 3).

 

Eu sei que isto não vai mudar a forma como as vão continuar a cozinhar, até porque nós somos a malta que come presunto, chouriço e queijo (como se o mundo fosse acabar amanhã) e depois estamos a reclamar pela forma como, o resto do mundo, come as alheiras!!! 

 

Acho que não é por uma questão de correcto ou errado, que este tema nos é um pouco sensível, mas por uma questão de tradição! 🐸

 

Bom apetite

 

 

Qui | 09.05.19

As fotos da VERGONHA nas Redes Sociais

Contei

Lembram-se das horas perdidas (em vão) a reclamar com os pais sobre aquela foto, tirada quando tínhamos 6 meses, todos nus em cima da cama? Ou na banheira? Ou até mesmo depois de um descuido típico da idade? E aquela em que temos a boca toda suja depois de comer uma porcaria deliciosa de chocolate? E os vídeos? Sim... aqueles em que nos estamos a babar enquanto dormimos ou a tirar macacos do nariz? TODOS nós temos essas relíquias no baú ou numa gaveta em casa dos paizinhos!!! E todos nós já passamos, pelo menos uma vez na vida, pela experiência de serem mostradas ao atual namorado, amigos e restantes familiares! Não adoraram a experiência?!

 

Realmente são ótimas para uma introdução vergonhosa de anos ou para passar no dia de casamento (nada melhor que entrar, em números redondos ou na vida matrimonial, do que com um vídeozinho caseiro de como eramos há 30 anos atrás... de preferência nus e cheios de halibute no rabo). Mas se ter fotos "comprometedoras", na gaveta dos pais, é assustador (porque nunca sabemos quando se vão lembrar de "as sacar"), imaginem o que é, dentro de 20 anos, ter fotos destas no Instagram e no Facebook, dos nossos pais!!!! Sabem qual é o meu primeiro pensamento? "Ainda bem que sou de outro tempo!!!" (Sim, ser dos anos 80 às vezes compensa)!!

 

Pensem bem,

  • Fotos e Vídeos:
  1. Estão na gaveta em casa dos pais e com sorte ninguém se lembra bem onde!;
  2. Não podem ser vistas a qualquer hora nem em qualquer momento (só em festas de família, reuniões ou outros eventos, que por norma acontecem 2 a 3 vezes por ano e, onde há sempre 3 ou 4 indivíduos que não vão aparecer - diminuindo o número de pessoas que nos vai ver de bochechas vermelhas);
  3. Podem ser destruídas/os ou rasgadas/os e acabaram-se as provas;
  4. São mostradas a pessoas muito próximas ou de confiança (o que por vezes aumenta o embaraço);
  5. É necessário, no caso dos vídeos e DVDs, ainda ter um aparelho funcional (infelizmente é o que se verifica no meu caso).

 

  • Redes Sociais:
  1. Estão espalhadas pelo Facebook e Instagram (nada a acrescentar);
  2. Podem ser vistas a qualquer hora e em qualquer lugar (Yupi);
  3. Podem ser apagadas... mas já ouviram "uma vez na internet... sempre na internet?" (talvez não, porque sou péssima com frases feitas, mas a verdade é que o que colocamos na Internet nunca sai de lá. Há sempre um histórico...);
  4. Todas as pessoas podem ver. Amigos, conhecidos, professores, patrões, ex ou atual e até pessoas da china!!!
  5. Não é preciso nada mais que um telemóvel e dados móveis (a jogar contra isto temos os belos dos estabelecimentos com wi-fi a facilitar).

 

Nota: Não sou anti redes sociais! Também partilho momentos da minha filha, mas por agora, ainda não me apeteceu envergonhá-la! Guardei as fotos de rabo à mostra só para mim (sim... reclamo mas vou fazer o mesmo)

Qua | 08.05.19

Pão em Casa mas SÓ na CASA dos OUTROS

Contei

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De certo já ouviram falar no "Pão em Casa"!!! Sim, aquele em que acordamos e temos pendurado na portinha da entrada, o pãozinho, caseiro, para o pequeno-almoço!!! Acabou-se a ida à padaria de chinelo, pijama, cabelo amassado, hálito matinal e remela no olho (confessem que pelo menos uma vez na vida já foram assim à padaria do outro lado da estrada!).

 

PRÓS deste serviço: primeiro é perfeito para quem se esquece com frequência de comprar pão (não conta quando não avisam que acabaram com o pão e a outra pessoa não compra!!!). Para além disso podem:

 

  • Escolher os produtos - pão, bolos, salgados, bebidas, lanches;
  • Escolher o dia de entrega;
  • Escolher o tipo de entrega: mensal, semanal ou diária;
  • Alterar tudo isto sempre que quisermos;
  • Entregam até às 8h da manhã;
  • Escolher entre vários métodos de pagamento - débito direto ou pronto pagamento (afinal são só dois...).

 

CONTRAS deste serviço: Ainda não estão em todas as Zonas!!! Sim, um escândalo! O que fazem os esquecidos do pão?! Têm de estar atentos (foi o que responderam ao meu e-mail de forma simpática)! Até lá... alguém em casa não vai ter torradas... (sim... ir de pijama e chinelo à padaria... Estou fora! Já passei essa fase!!!)!

Seg | 06.05.19

O SAPO diz que é dia da PALAVRA PASSE!

Contei

Andava aqui pelo blog, quando reparei numa mensagem da equipa do Sapo. Um alerta para o facto de hoje ser o dia da Palavra Passe!

 

Sabem que acredito que não temos, a menor, noção da quantidade de códigos ou passwords que somos obrigados a decorar!!! Fico abismada só de pensar! Mas a verdade é que algures no nosso cérebrozinho, fantástico, conseguimos arrumar este tema! São pequenas gavetas organizadas que por vezes ficam perras e não abrem (e se ficam perras!!!)!

 

Enfim, tive de fazer um apanhado:

 

  • Cartões de crédito/multibanco - bem, nunca me esqueci destes códigos (não de forma a que o cartão fosse "comido" ou bloqueado pela máquina) mas já tive de alterar o método de pagamento, ou trocar o cartão ou simplesmente levantar dinheiro mais tarde;
  • Cartão de refeição - quem é que nunca teve de pagar em dinheiro ou com multibanco porque de repente lá se varreu da memória o raio do código?;
  • Porta do prédio (o nosso, o dos pais, o dos sogros, o do melhor amigo, etc.) - chegarmos e bloquearmos completamente! Várias vezes!!! Lá temos de fazer o telefonema da praxe!!!;
  • Telemóvel - Ora 3 vezes errado e precisa do PUK! Só me aconteceu a mim? Mais do que uma vez? Atualmente deixo o telemóvel ficar completamente sem bateria... só para colocar o código;
  • E-mail - Já tive de pedir para repor a palavra passe!! Já não estou habituada a tratar deste tema no PC! Faço com o telefone e estou sempre ligada! Uso o PC e já não sei bem se era "aquela" ou "esta";
  • Código de acesso ao ginásio - ahahah... fiquem 3 meses sem ir (como me aconteceu) e vão ver que têm de ir ao e-mail, de boas vindas, à caça do código, para abrir as portinhas de entrada!;
  • Redes sociais - Deve ser onde não temos tantos problemas! Estamos sempre Log In nos telemóveis!;
  • Portátil/Pc - escrever a palavra mal uma ou 2 vezes sim. Esquecer-me completamente dela, não!;
  • Banco online - Ok. Bloquei de tal maneira que tive de ir ao banco desbloquear os acessos!!! Acharam que estavam a tentar entrar na minha conta! Maiúsculas e minúsculas!!! Um problema!;
  • Palavras passe de aplicações ou sites que usamos (ex: Showroomprive, edreams, booking, verbaudet, zara, mango, continente online, net-empregos, primor, my edenred, etc...). Se ficar muito tempo sem usar... tenho de repor a palavra passe!!! Sempre!;
  • MB Way - Atualmente bloqueado!!! Tenho de ir desbloquear... esqueci-me completamente da palavra passe... pelos vistos!!!

Provavelmente não coloquei todos! De certo haverão muitos mais e com esta "Bolha da Internet" e a "Era Digital" a tendência a fazermos tudo online (e com isso mais códigos/palavras passe) é cada vez maior!

Sex | 03.05.19

O que as MÃES querem?!

Contei

Vem aí mais um dia da mãe e com ele as mesmas indecisões do costume! Os pais não sabem o que comprar para que os filhos possam dar!!! Os filhos, com autonomia, não sabem que escolher para oferecer!

 

Todos os anos o dilema é o mesmo!!! Ninguém sabe o que as mães querem!!!

 

A verdade é que, no meu ponto de vista, há vários tipos de Mães, no que diz respeito a estas festividades (acho que pelas mulheres que tive e tenho presentes na minha vida - Tias, avós, amigas, colegas, mães de amigas e a minha própria mãe).

 

  • Mãe Dedicada (não digo que as outras não sejam): A MINHA é demais (Só casa e família)!!! Mesmo que lhe diga que ela é mãe e não empregada doméstica, a senhora, manda-se ao ar de alegria com um ferro novo, uma batedeira, 3 tupperwares (da Tupperware, claro!!), um aspirador e todos os utensílios de cozinha que lhe possam dar!!! Se forem umas toalhas de renda para a casa de banho... também serve;
  • Mãe "Intelectual" (mais uma vez não digo que as outras não sejam - bom a minha não é!!!): Nada como um bom livro, um acessório giro para o telemóvel/portátil ou uma ida a um espetáculo!!! Uma agendazinha com uma caneta, muitas vezes, também encerra o tema;
  • Mãe Galinha (...): Molduras com fotografias em família ou só dos filhos, um vídeo editado com os melhores momentos do "Afonsinho" ou da "Beatrizinha" (não uso estes nomes por ironia mas porque estão na minha lista dos mais votados), uma capa de telemóvel com a fotografia do filho, um relógio com a sua cara... coisinhas mimosas!!! Outra: uma almofada com “És a melhor mãe do mundo”!!! E a caneca? (não posso falar que tenho uma);
  • Mãe Zen: Uma massagem, um dia numas termas ou SPA, um circuito pedestre em algum lugar giro ou até um mini brunch em família... longe de tarefas e confusão!;
  • Mãe IN: Maquilhagem, lingerie, joias ou roupa!!! Kiko, Intimissi, Pandora, Mango (marcas acessíveis e uma de cada pois não me lembro de muitas mais) preparem-se;
  • Mãe OUT (Out daqui para fora): uma escapadela de 3 dias, em família, para um dos países vizinhos. De preferência com história e muitos monumentos para ver!;

 

O QUE TODAS AS MÃES (acho eu) QUEREM: 8 horas de sono seguidas, um dia sem se preocuparem com a casa, voltarem a ver a sua série de culto de preferência sem ter de pausar a televisão de 10 em 10 minutos, uma saída descontraída com as amigas sem terem de se preocupar, lerem mais que uma página de um livro antes de serem consecutivamente interrompidas...

 

O QUE TODAS AS MÃES (acho eu) QUEREM, REALMENTE DOS FILHOS, NESSE DIA E NOS OUTROS: Um abraço, um beijo, um telefonema... por serem um porto de abrigo em todos os momentos da nossa vida!  

 

Nota: É uma ideia generalizada, como é óbvio, do que acho que as mães querem... mas eu quero muito um beijo da minha filha, um abraço e um adoro-te!!! E vou fazer o mesmo à minha mãe... depois de lhe dar algo como uma mandolina !!!

 

Observações: Um abraço especial a todos os pais que também são mães!

Sex | 03.05.19

Tempo

Contei

...nem sempre leva o que devia levar... nem sempre cura na íntegra o que devia curar... as feridas cicatrizam mas permanecem infindavelmente em nós... talvez um dia sejam meras lembranças... de algo bom, condenado a  meros momentos porém em tempo algum à eternidade...

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